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Ricardo Eletro

JOVEM MORTO EM ACIDENTE NA BA 368 SERÁ SEPULTADO NA PARAÍBA.

O corpo de Jailson Saldanha Belo, de 28 anos, será sepultado nesta segunda-feira, na cidade de Catolé do Rocha, interior do estado da Paraíba , de onde ele era natural.A famíia lamenta a morte do jovem que era filho de João Damião Belo e Rosida Sadanha Pereira e completaria 29 anos no próximo dia 15 de setembro. 
O carro ficou completamente destruído. O corpo do rapaz foi liberado do IML de Jacobina por volta das 11h40 do domingo após realização do serviço de necropsia.

Emerson Rocha / Bahia Acontece.

MÃE PROCURA CRIANÇA DESAPARECIDA.




Dona Lucimeire Nascimento de Santana, moradora da Rua Santa Bárbara, bairro da Bananeira em Jacobina, procura por seu filho que encontra-se desparecido desde a manhã do último domingo, 14. Emerson Santana Brito, de 11 anos, segundo sua mãe, teria fugido de casa depois de deixar um bilhete se despedindo da família. Segundo a mãe, a criança trajava uma camisa branca , short Jeans e sandália de borracha preta. O conselho tutelar, através do coordenador Timóteo Siva já acompanha o caso. Quem tiver informações que possam ajudar a encontrar o pequeno Emerson pode ligar para o 190 da PM , 153 da Guarda Municipal ou para o conselho tutelar pelo número (74) 8837-0501 0800 284-4570.

Senhor do Bonfim:Policias Rodoviarios Federais da Delegacia 10/04 Realiza Curso de Arma não Letal

Policiais Rodoviarios Federais durante Instrução
Foi realizado para todos os Policiais Rodoviários Federais da Delegacia 10/04 Senhor do Bonfim - BA, nos dias 09 e 11/08,  o curso para utilização da arma não letal, mais conhecida como "TASER".A Arma Não-Letal emissora de “ondas T” forma de onda semelhante à onda cerebral, com ação direta sobre o sistema nervoso sensorial e sistema nervoso motor do oponente, de forma a Paralizá-lo com menor possibilidade de dano em decorrência da ação da mesma, se comparada com uma arma de fogo.

A arma TASER permite ao operador o controle total do tempo do disparo, podendo este tempo ser continuamente prolongado ou instantaneamente interrompido. A arma TASER dispara dardos com alcance de até 10,6 metros, através de cartucho propelido por nitrogênio - substância não-contaminante, não-tóxica, não-poluente, não-inflamável e não-explosiva. Para fins de segurança, a arma TASER dispõe de trava ambidestra e cada cartucho TASER possui trava de proteção.
Detalhamento da Nova Arma
Para fins de registro e controle, a arma, e cada cartucho, TASER possui um número de série específico na parte externa e interna. Para fins de auditoria, por parte de autoridade fiscalizadora, a arma TASER armazena, em memória digital interna, a data e o horário dos disparos, sendo que o cartucho TASER, por sua vez, contém em seu interior “confetes identificadores” com o mesmo número serial do cartucho, de forma que este, ao ser deflagrado, libere os respectivos confetes na cena do disparo.
    
Durante todo o curso, os Inspetores do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, Saráchaga e Bonachuck,  explanaram sobre a
importância dessa nova arma, no controle de distúrbios que por ventura, possam ocorrer. Entende-se que arma TASER deve ser
utilizada apenas diante de uma ameaça real à vida do policial, de terceiro ou do próprio suspeito.
   
Ao efetuar um disparo com a "TASER", o indivíduo atingido recebe uma descarga de 5.000 volts, ficando imobilizado por um período de 05 segundos, ou mais, a depender de sua resistência à prisão.Contando com 100 por cento do efetivo, o curso foi considerado um
sucesso, e agora a Delegacia 10/04, conta com mais um equipamento de suma importância, no combate a criminalidade.

  Informações Insp. Lopes Júnior
 ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO - DEL. 10/04

Rio: Testemunhas descrevem detalhes da morte de juíza


Patrícia Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, tinha 47 anos e era Conhecida pelo seu rigor contra grupos de extermínios. A magistrada foi morta com pelo menos 15 tiros Foto: Reprodução Internet
Na rua onde morava a juíza Patrícia Acioli, em Piratininga, Região Oceânica de Niterói, testemunhas traçam em detalhes o roteiro da noite trágica. O assassinato da magistrada, morta quinta-feira na porta de casa, teria sido cometido por dois bandidos em uma única moto. As testemunhas contam ainda que os criminosos não tiveram pressa para deixar o local.

De acordo com relatos, a dupla utilizava roupas escuras, capacete e uma moto preta do modelo Twister. Os assassinos teriam se escondido atrás de uma Kombi abandonada próximo à casa da magistrada para surpreendê-la quando chegasse em casa. Após efetuar os disparos, o bandido mais alto e forte teria subido na moto para manobrar e o mais baixo e franzino, voltado para efetuar mais dois disparos.
“Eles não saíram correndo. Logo depois chegou o filho dela, que viu a moto saindo. Na hora tinha um carro passando e as pessoas acharam que tivesse relação”, conta testemunha. “Já conversei com pelo menos três pessoas e todos contam a mesma história”.
Policiais da Divisão de Homicídios passaram o dia de ontem colhendo depoimentos de parentes e vizinhos da juíza, morta na porta de casa | Foto: Fábio Gonçalves / Agência O Dia

Segundo o jornalista Humberto Nascimento, primo de Patrícia, a família suspeita que o crime tenha sido cometido por pessoas que ainda seriam julgadas pela magistrada. Apesar dos relatos, as informações oficiais sobre o crime continuam desencontradas. Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, desembargador Nelson Calandra chegou a afirmar ontem que 12 pessoas estariam envolvidas no assassinato. Depois, explicou que era apenas uma suposição. “Este é o número que eu ouvi falar. Mas o que sabemos é que foram pelo menos duas pessoas”, se consertou.

Polícia Civil mantém o silêncio

A Chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, esteve na tarde de ontem com o titular da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, para acompanhar a investigação do assassinato da juíza. O encontro durou duas horas e, ao sair de lá, a delegada afirmou que “este momento é de silêncio para a polícia”. “É hora de trabalhar e analisar todas as informações”, garantiu.

Até a noite de ontem, 18 pessoas foram ouvidas pelos investigadores, entre eles o ex-companheiro de Patrícia, o PM Marcelo Poubel. Pelo menos 20 agentes trabalham em busca de pistas dos assassinos.

Mais de 50 ligações

Até a tarde de ontem, o Disque-Denúncia (2253-1177) já havia recebido mais de 50 ligações com informações sobre a execução da juíza. O coordenador do serviço, Zeca Borges, elogia a colaboração da sociedade. “Estamos recebendo, além de denúncias, ligações demonstrando indignação”, disse.

Amanhã, um suspeito, o policial civil Luiz Jason Tosta Pereira, será julgado, às 13h, no Fórum onde a juíza trabalhava, em São Gonçalo. O 7º BPM (São Gonçalo) vai reforçar o policiamento, intensificando as rondas na área.
O Dia