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Ricardo Eletro

Promotoria mostra foto de Michael Jackson morto

No primeiro dia do julgamento do médico Conrad Murray, acusado de homicídio culposo (quando não há intenção de matar) pela morte de Michael Jackson, a defesa afirmou que o cantor teria provocado a própria morte. “Michael Jackson estava frustado porque seu médico não dava o remédio que ele queria. Ele agiu de maneira que causou sua própria morte. Nossas provas mostrarão isso. Michael tomou 8mg de lorazepan. Os especialistas mostrarão que isso é o suficiente para colocar seis de vocês para dormir" afirmou Ed Chernoff, advogado de defesa.


A defesa ainda completou: "Michael administrou uma dose de propofol sozinho quando Murray deixou o quarto. Somado ao lorazepan, isso criou uma tempestade que causou sua morte. Quando Murray voltou, não adiantava fazer CPR. Ele morreu tão rapidamente que seus olhos ainda estavam abertos”.

Já a promotoria acusa Murray de incompetência e negligência: "Dr. Murray agiu de maneira muito negligente e não trabalhava pensando no que era melhor para Michael Jackson. Ele trabalhava por US$150 mil por mês”. Eles pretendem provar que Murray mantinha Michael constantemente dopado e que foi responsável por ter administrado a dose letal de propofol no cantor em 25 de junho de 2009. Para convencer o júri, a promotoria apresentou, dentre outras provas, uma imagem do corpo do cantor e uma gravação na qual Michael fala sobre sua turnê com a voz nitidamente debilitada.

"Era assim que Conrad Murray o observava em 2009. E o que ele fez com essa conhecimento e informação? Em maio de 2009, ele pediu mais uma leva de propofol", argumentou a promotoria, após apresentar a gravação. Eles afirmaram também que Murray comprava a droga por atacado irregularmete.

Versão original da foto apresentada pela promotoria

Murray pode enfrentar uma pena de até quatro anos de prisão se receber um veredicto desfavorável. O julgamento pode durar até cinco semanas.

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Bancos de Jacobina aderem a greve nacional dos bancários

A partir da 00h00 desta segunda, 26, as agências bancárias públicas estarão em greve em todo o território nacional. Bancários reivindicam um reajuste salarial de 12,8% (5% de ganho real acima da inflação). A Federação dos Bancos ofecereu reajuste máximo de 8%, rejeitado pela categoria. Em Jacobina, Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal entram em greve por tempo indeterminado.

PARTICIPAÇÃO DO BRADESCO
Em contato com o representante da categoria em Jacobina, o bancário Cristéner, sobre uma possível participação de funcionários do Bradesco na greve, o mesmo nos informou que haverá uma reunião na tarde desta segunda com funcionários para decidirem a respeito. De acordo com Cristéner, há uma grande chance de bancários do Bradesco paralisarem as atividades. Estas instituições bancárias se unem aos funcionários dos Correios que entraram em greve a alguns dias. 

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