Google tradutor

Ricardo Eletro

Policiais Militares da Bahia entram em greve

 



Policiais militares e bombeiros da Bahia decretaram greve por tempo indeterminado, durante assembleia na tarde desta terça-feira (31/01). Eles reivindicam o cumprimento da lei 7.145 de 1997, com pagamento imediato da GAP V, incorporação da GAP V ao soldo, regulamentação do pagamento de auxílio acidente, periculosidade e insalubridade, cumprimento da lei da anistia, criação do código de ética e criação de uma comissão para discutir um plano de carreira para a categoria.

O deputado estadual Carlos Geilson (PTN) afirma que a greve é muito preocupante e que o governo do Estado precisa tomar medidas imediatas para contornar a insatisfação da Polícia Militar. Segundo Geilson, a segurança para atender as exigências da população já é mínima e com a greve a situação fica caótica e insustentável.

“É sabedor que os policiais há muito tempo vêm acenando com a possibilidade de greve por reivindicações justas e o governo se manteve indiferente. Sou favorável à exaustão do diálogo e a greve deve ser o último recurso, mas o governo pagou para ver. Agora é necessário que não meça esforços para tentar atender as reivindicações e suspender a greve, caso contrário a segurança baiana será um caos ainda maior”, frisou.

A greve foi decretada pela Associação de Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia (Aspra). Ainda assim, o comando da PM afirmou que o órgão funciona normalmente. Ontem, o comando disse em nota que as negociações continuavam e os serviços da Polícia Militar seguiam de forma normal. 

O presidente da entidade, Marcos Machado, afirmou que a categoria poderá paralisar caso o governo do Estado não entre em acordo com a classe sobre o pagamento da GAP 5  (Gratificação de Atividade Policial), direito dos policiais com carga horária de 40 horas.