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Ricardo Eletro

País tem que combater desigualdades raciais e de gênero para continuar avançando, defende ONU

Brasília – O coordenador residente do Sistema Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek, avaliou na quinta (16) que o país obteve conquistas importantes no enfrentamento à pobreza, mas precisa combater as desigualdades raciais e de gênero para continuar avançando.
Segundo Chediek, o Brasil "fez um novo milagre no século 21 ao elevar à classe média 40 milhões de pessoas e fazer ainda grande redução da pobreza, com a melhora dos indicadores globais de políticas sociais".
Mas, segundo o coordenador, esses avanços “ainda ocultam grandes problemas relacionados ao secular padrão de discriminação de gênero, raça e etnia que existem no Brasil e que não podem ser solucionados só por ação ministerial ou de governo, mas que requerem mudança cultural com a participação ativa da sociedade". Para ele, a discriminação de gênero e raça no Brasil "é inimiga do próprio progresso do país, por isso tem que ser combatida".
O representante da Organização das Nações Unidas (ONU) participou hoje, em Brasília, da abertura do seminário Interseccionalidade de Gênero, Raça e Etnia: o Trabalho Conjunto na Elaboração e Implementação de Políticas Públicas. Até amanha (17), serão discutidas no evento questões relacionadas ao Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia, que vem sendo desenvolvido no Brasil com apoio de programas da ONU.
O seminário vai debater inovações, potencialidades e desafios em políticas públicas promovidas em conjunto pelas agências da ONU, pelo governo federal e pela sociedade civil, no âmbito do Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia
Para a representante da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Sônia Malheiros "não há como chegar à igualdade sem enfrentar as diferenças do gênero e raciais. Ela alerta que "não adianta [ter] só intenções, mas é preciso também [ter] recursos para que as políticas públicas necessárias para o estabelecimento da igualdade sejam implementadas".
O representante da Secretaria de Políticas para Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiz Barcelos, destacou que as iniciativas dos programas nessa área trazem grande aprendizado e contribuem para afinar o trabalho dos setores envolvidos, o que considera "fundamental para o sucesso das metas do Plano Plurianual de Investimentos [PPA], programado para 2012-2015, de forma a afetar positivamente a vida das pessoas". Agência Brasil

O Pacu-Comedor-De-Testículos já está se espalhando pelo mundo!

Os biólogos afirmam que o peixe Pacu (Colossoma macropomum) come nozes, as lendas dizem que ele confunde testículos com nozes e os devora, por isso ganhou o nome popular de "Pacu-Comedor-de-Testículos". Isso pode estar correto, você coloocaria os seus testículos à prova caso os possua?

Ele é um peixe de água doce nativo da Amazônia, podendo pesar até 55 quilos. Até pouco tempo atrás só era encontrado por lá. No entanto, a piscicultura (criação de peixes) espalhou estes animais pelo mundo e há cada vez mais relatos de Pacus-Comedores-de-Testículos sendo pescados em ambientes naturais do mundo todo. Esta semana foi registrada a sua presença no lago Lou Yaeger em Illinois nos Estados Unidos, isto aumenta o número de países onde o bicho se adaptou ao ambiente natural.

Mulher é morta a tiros e tem corpo carbonizado

Alagoas é onde mais se mata mulheres. Somente esta semana três foram assassinadas

Mais uma mulher é assassinada em Alagoas. A vítima, aparentemente jovem, foi encontrada próximo de um canavial, no Rio do Meio, na Cachoeira do Mirim, região do Benedito Bentes, parte alta de Maceió.
 

A vítima, encontrada na manhã de sexta-feira (10) por duas crianças,  foi executada a tiros de pistola e logo após teve o corpo carbonizado. A mulher estava vestindo apenas lingerie.
Equipes do 5º Batalhão da Polícia Militar (5º BPM) estiveram no local da desova e encontraram próximo do corpo uma capsula de pistola 380, possivelmente a mesma utilizada para matar a mulher e uma chave de residência.
Alguns moradores da região estiveram no local mais não identificaram a vítima, que possivelmente residia em outra localidade e foi levada até ali apenas para ser morta.
O achado do corpo acontece um dia após a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Alagoas, divulgar que Alagoas foi o segundo Estado – perdendo para o Espirito Santo – foi onde mais se matou mulheres no ano de 2010. Os dados negativos também revelam que Maceió foi a terceira Capital do Brasil onde mais foram registrados homicídios de mulheres naquele ano. Ao todo foram 134 assassinatos.
Enquanto Alagoas teve uma taxa de 8,3 homicídios por cada 100 mil mulheres, a taxa nacional foi de 4,6 assassinatos. A maioria das mulheres mortas tinham idades entre 15 a 29 anos e 41% dos crimes foram registrados dentro das casas das vítimas.
Mais os números de homicídios de mulheres não diminuem. Segundo o advogado Gilberto Irineu, presidente da Comissão, de janeiro de 2011 até este mês, cerca de 200 mulheres já foram assassinadas. Somente esta semana três foram executadas a tiros. Emergencia190.
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Briga entre moradores de rua acaba no love

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