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Ricardo Eletro

Pai mata filho e pica corpo em pedaços

Briga se arrastava há anos e já havia parado na delegacia

Reprodução/Rede Record Após discussão, pai matou e picou filho na zona sul de São Paulo
Pai matou o filho e picou o corpo em pedaços. A briga entre os dois se arrastava há anos. Um dia antes do crime, o filho já havia tentado matar o pai.
O caso aconteceu em Parelheiros, na zona sul de São Paulo. O filho foi morto pelo pai dentro de casa, após a última discussão entre eles. Ali o pai, de 78 anos, matou e picou o corpo do filho, de 42 anos.
Um dia antes do crime, o filho foi detido pela polícia militar. Ele havia invadido a casa do pai com um pedaço de pau e fazia ameaças. Todos foram levados para a delegacia do idoso onde foi registrado este boletim de ocorrência. No documento, filho aparece como indiciado, mas ele não ficou preso. Já no dia seguinte, nesta quinta-feira, voltou a casa do pai e acabou morto.
O filho teria problemas psiquiátricos. A família o descreveu para a polícia como um desocupado, alcóolatra, valentão que já havia agredido o pai outras vezes. A vizinha Tânia Oliveira confirma as informações.
— A polícia vinha, chamava a polícia, ia preso depois voltava mais revoltado ainda e o problema continuava. Então, acho que, infelizmente, o seu Agnelo cansou desse problema. Chega uma hora que a pessoa cansa e aconteceu essa tragédia.
O pai chegou a ser levado para a delegacia, mas ele não foi preso. No entendimento do delegado Beneal Fermino de Brito, que registrou o caso, o pai agiu em legítima defesa. R7

Imagem muito forte proibida para menores de 18 anos

Mulher que passou pelo menos 2 mil trotes nos últimos dois anos é presa

Ela passava informações falsas para as polícias Civil e Militar e bombeiros.
Suspeita presa em Goiânia chegou a ligar para o Ministério da Justiça.

 
Uma mulher de 32 anos foi presa na sexta-feira (4), em Goiânia, suspeita de passar pelo menos dois mil trotes. Segundo a polícia, a mulher passou dois anos ligando para as polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, corregedorias das polícias e até para o Ministério da Justiça. Ela vinha sendo investigada há seis meses.
Por causa dos trotes, o trabalho das equipes ficava prejudicado porque elas se deslocavam para ocorrências que não eram verdadeiras. “Todos os trotes dela eram mentira. Conseguimos localizá-la, mas por várias vezes ela saia do local do crime”, diz José Carlos Bezerra, que efetuou a prisão.
A quantidade de trotes foi tão grande que quando ela ligava no 14º Distrito Policial, onde José Bezerra é titular, os policiais já reconheciam sua voz. “Todos os policiais da delegacia já conheciam a voz dela. Então, não atendíamos a ocorrência. Nesses casos, quando não atendíamos, ela ligava para a Corregedoria, que por sua vez nos acionava e nós íamos. Teve, inclusive, alguns casos de constrangimento às famílias das residências as quais ela informava que tinha criminosos”, lembra o delegado.
Para o policial, a lei deveria ser mais dura em relação aos trotes. “Acho que a lei deveria ser mais dura porque quantas vezes nós deslocamos em casos que seriam de emergência para tentar resolver os problemas que ela denunciava”, analisa José Bezerra.
A suspeita assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), pagou fiança e foi liberada. G1