Google tradutor

Ricardo Eletro

2º Campeonato Municipal de Caém taça Eliezer Liborio

O Campeonato Municipal de Caém  taça Eliezer Liborio  que é o maior evento esportivo da cidade envolve times das zona urbana e rural do município e contando sempre com o apoio da prefeitura municipal  através da diretoria de esportes .  Teve mais duas rodadas   no sábado e domingo,  no sabado  a equipe de piabas ,venceu a  forte equipe do acadêmico que dominou a partida mas não conseguiu o resultado pelo placar de 1x0 a  arbitragem ficou por conta de Esmario dos santos auxiliado por Josafa ferreira e Edson sena   já no domingo a equipe do Deamarante que estava perdendo no placar   de 3x1 demonstrou a reação  e virou a partida para 4x3 já nos minutos finais a equipe do diamarante perdeu um dos seus  jogadores Toinho por reclamação,   Gonçalo que não tem nada a ver com isso empatou  a partida finalizando 4x4 para cada lado  a arbitragem ficou por conta de wel silva auxiliado por Eliab Sena e Edimilson Silva. 
Classificação Geral
chave  A
   Bahia 3 pontos e 3  gols de saldo
2º piabas 3  pontos e 1  gol de saldo
  acadêmico 0 pontos   e saldo negativo de 1 gol
4  bom jardim 0 ponto e saldo negativo de 3  gols

chave  B
1º uniao 3 pontos e 1  gols de saldo
2º deamarante  e goncalo 1 ponto e 0 de saldo
4º pias 0 pontos e saldo negativo de 1 gol

Artilheiro do campeonato

Keninho   de  Betinho   com 03  gols equipe do Bahia
Goleiro  menos vazado
Fume  0  gols sofrido     equipe   piabas

Próxima partida domingo dia 24/02
 União x goncalo as 14:30
   Bahia x piabas as 16:30
 Compre se ingresso antecipado ajude seu clube de coração e concorra a vários brindes.

Este campeonato tem o apoio da prefeitura municipal de caem e  organização da liga desportiva caenense.







UFC* na Saúde pública de Jacobina


Considerado como um dos principais motivos que levaram a não renovação do mandato da ex-timoneira do município de Jacobina, a área da saúde pública volta a ser o assunto da vez na cidade, dado à suspensão do atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) por falta de renovação de convênio entre a Prefeitura e a Associação Jacobinense de Assistência (AJA), mantenedora do Hospital Regional Vicentina Goulart.

De extrema importância, seriedade e alta complexidade, o problema tem preocupado a população que conta apenas com os serviços, ainda que capenga, do nosocômio municipal Antonio Teixeira Sobrinho (HMATS), que mesmo cambaleando volta a ser o principal “socorrista” dos que necessitam de atendimento médico, inclusive de emergência, em Jacobina e região; funcionando como uma espécie de Unidade de Pronto Atendimento (UPA), componente pré-hospitalar que tem proporcionado, onde existe, o estabelecimento de um novo fluxo de atenção às urgências e emergências, no qual tem o papel de garantir referência para toda a rede básica, regulando as internações nos hospitais de referência no Estado.

Observa-se, a partir da publicitação do fato através das mídias impressas, faladas e internet, através de blogs e redes sociais, que o problema caminha para mais um embate político entre os dois grupos que comandam o município a mais de 16 anos. A população, infelizmente, tem sido utilizada, mais uma vez, como massa de manobra de uma birra política que notadamente tem provocado prejuízos sem precedentes ao município. Respostas concretas e responsáveis devem prevalecer, ao contrário de discursos revanchistas e coronelistas daqueles que insistentemente querem sempre ser a vítima, mas que na verdade não passam de algozes.

A Saúde de Jacobina nunca esteve saudável; sempre agonizou. O mais instigante e deveras vergonhoso é que, do final da década de 70 até hoje, todos os prefeitos de Jacobina são da área da medicina. Do prefeito Flávio Mesquita (médico), a Carlito Daltro (médico), Manoel Ignácio (médico), Leopoldo Passos (radiologista), Rui Macedo (médico) e Valdice Castro (assistente social), nada mudou, ao contrário, os problemas aumentaram.

Vivemos um momento ímpar na história política local, a partir da presença do primeiro jacobinense de nascimento na Câmara Federal (amigo do secretário estadual de Saúde) e de governos, nas esferas estadual e federal, comprometidos com o bem estar e melhoria de vida da população. A hora é agora.

Faz-se necessário está na pauta das discussões não somente a celebração de um convênio, como também o de dotar as unidades de atendimento médico existentes na cidade de equipamentos essenciais para o bom funcionamento, assim como a construção de um novo estabelecimento para receber e tratar os doentes com dignidade.

É bom lembrar que tentativas de se criar factoides alimentam a chiste da oposição.


Gervásio Lima - Jornalista e Historiador.