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Ricardo Eletro

Independencia do Brasil – 7 de Setembro


O feriado do dia 07 de setembro é uma das datas mais importantes do nosso país. Justamente na data de 7 de setembro  do ano de 1822, foi o dia da Independência do Brasil onde se deu o famoso  “Grito do Ipiranga”.

Independência do Brasil

Conta à história que este grito aconteceu às margens do riacho Ipiranga dado por D. Pedro I com sua comitiva de testemunhas decretando neste dia a Independência do Brasil dos domínios portugueses. Claro que muitas coisas aconteceram para que isso fosse possível, e a vinda da corte portuguesa para o nosso país é que possibilitou esta independência, já que com a chegada da corte, Dom João VI teve que cumprir os acordos com a Inglaterra, pois havia se comprometido em defender Portugal das tropas de Napoleão e também escoltar a corte portuguesa e por isso antes da chegada do rei português abriu-se os portos brasileiros para todas as nações.
Esta atitude foi considerada como um início da Independência do Brasil, pois a colônia brasileira não estaria mais vinculada ao monopólio comercial imposto anteriormente por Portugal. Isto trouxe grandes negócios para o Brasil, a prosperidade e a liberdade já era sentida e esperada pelo povo.
A partir dai, essas e outras mudanças foram acontecendo e a elite lusitana começo a sentir-se abandonada por parte de sua antiga autoridade política e se deu a Revolução Liberal do Porto que foi feita para reestruturar a soberania política portuguesa que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.

Assembleia Nacional


Com tudo isso acontecendo foi criada uma Assembléia Nacional que se chamava “Cortes” e o conselho exigiu que o rei Dom João VI retornasse a Portugal para assinar as transformações políticas que estavam em andamento e para não perder a autoridade real Dom João VI saiu do Brasil em 1821 deixando seu filho Dom Pedro I como príncipe regente do Brasil.
Todas as medidas da “Cortes” ainda deixaram os cofres brasileiros em péssimas condições financeiras e com isso o príncipe regente Dom Pedro I tratou de tomar medidas que favoreciam o Brasil abaixando os impostos, colocou as autoridade militares nacionais e lusitanas no mesmo patamar e estas medidas desagradaram as Cortes de Portugal.

Dia do Fico


Claro que Portugal fez pressão para que Dom Pedro voltasse para sua terra natal e deixasse o Brasil sob o comando de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A partir dai, Dom Pedro começou a ter o apoio dos grandes fazendeiros e comerciantes que não queriam perder os benefícios que ele havia conquistado para o Brasil, e quando a pressão de Portugal estava no auge os defensores da independência organizaram um abaixo-assinado requerendo a permanência de Dom Pedro I em terras brasileiras. Dom Pedro retribuindo a enorme manifestação reafirmou no dia 9 de janeiro de 1822 que ficaria no Brasil e este dia ficou conhecido como o Dia do Fico.
Esta atitude mostrou a Portugal qual era o seu posicionamento e começou a colocar em seu governo figuras políticas que eram a favor da Independência e isso tornou sua relação com Portugal praticamente insustentável. Em setembro de 1822 Portugal exigiu a volta de Dom Pedro I sob a ameaça de invasão militar caso ele não retornasse. Assim que Dom Pedro que estava em viagem com sua comitiva tomou conhecimento do documento ele declarou a independência do nosso país no dia 07 de setembro de 1822 às margens do rio Ipiranga.

Pós Independência


O período pós independência, foi um período de prova para o Brasil ser reconhecido como um pais, e os primeiros a darem esse aval ao Brasil, foram Estados Unidos e México. Já o pais de Portugal exigiu um pagamento de 2 milhões de libras esterlinas, para dar o reconhecimento do Brasil como sua ex-colônia, e torna-lo independente. Mas na época sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra. A independência do Brasil, foi acompanhada mais de perto pela alta sociedade, já o povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

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