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Ricardo Eletro

‘Craconha’: Droga resultante da mistura de crack e maconha causa sérios danos à saúde dos usuários

Polícia Militar do Rio de Janeiro apreendeu este ano quase 2,7 mil pedras de desirré (totalizando 1,2 kg), droga nascida da combinação do crack com a maconha

Surge entre traficantes e consumidores de drogas,  um novo entorpecente a “craconha”, uma combinação do crack e da maconha, conhecida também como “zirrê” e  “criptonita”, com capacidade de provocar  riscos bastantes superiores à saúde dos usuários, em comparação com outras drogas. A desirré, já existia antes  em São Paulo, com a denominação de “mesclado”, sendo mais  consumida na  classe média. De acordo com os médicos, o consumo das duas drogas associadas  contrabalança os efeitos da maconha e da cocaína – o crack é a cocaína em uma forma diferente, própria para o fumo. “A maconha dá leseira e a cocaína dá agitação”, explicam. O cérebro é o mais perturbado, sofrendo com as dificuldades de concentração que as duas drogas proporcionam. Um risco sério é o desenvolvimento de psicose, que aumenta em até quatro vezes com o uso da maconha. Com o estímulo trazido pela cocaína, isso pode levar a um comportamento agressivo. Os pulmões também são afetados, assim como no uso de qualquer outra droga fumada, incluindo o tabaco. Para o sistema circulatório, o consumo da cocaína representa sempre um risco, pois a droga acelera o coração e contrai os vasos sanguíneos, o que pode levar a um infarto. De acordo com  o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas, vinculado à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a maioria dos dependentes utiliza a “criptonita” como um primeiro estágio rumo ao consumo de crack. Jequié Repórte

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