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Ricardo Eletro

Baiana com Síndrome de Down é a primeira a concluir universidade no estado

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"Sonho em trabalhar com Zan Mustacchi", revela, referindo-se a um dos médicos geneticistas mais reconhecidos no Brasil e que atende pacientes com down há mais de 30 anos. A estudante não é a primeira pessoa com Síndrome de Down a concluir um curso de nível superior no país. No ano passado, o paulista João Vitor, de 26 anos, colou grau no curso de Licenciatura em Educação Física, em Curitiba, e em 2009 ele concluiu o bacharelado na mesma área.

Preconceito

Na Bahia, a Serdown, associação que reúne pais de pessoas com a síndrome, promove ações que facilitem o desenvolvimento afim de incluí-las na sociedade. Para o auditor José Raimundo Mota, pai de uma garota com down, a sociedade não pode mais enxergar a síndrome como uma doença.

"As pessoas com down devem ser vistas como outras tantas que se vê nas ruas, nos shoppings, nos parques". Para Amanda, que também já sofreu e ainda sofre preconceitos, o mais importante é nunca desistir de seus objetivos. "Se você ouvir um não, deve sempre seguir em frente".

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