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Ricardo Eletro

HOMEM FOI MORTO COM REQUINTES DE CRUELDADE EM EUNÁPOLIS

Selvageria, na madrugada deste domingo (21), em Eunápolis. Um homem foi morto com requintes de crueldade no bairro Alecrim I, zona norte da cidade. O corpo só foi encontrado por moradores do local no começo da manhã, perto de um campo de futebol e a menos de 300 metros do conjunto penal. A vítima - ainda sem identificação - apresentava diversas perfurações de arma de fogo.

O que mais chocou a comunidade foi a crueldade dos assassinos. O indivíduo também sofreu dezenas de cortes de facão no pescoço, cabeça, costas e braços. Ele foi decapitado e um dos braços decepado. O rosto ficou desfigurado.

A polícia local ainda não tem informação sobre motivação e autoria do bárbaro assassinato, que pode ter ocorrido por volta de 1h30 da madrugada, pois, neste horário, um morador relatou que ouviu tiros.

Em torno do corpo - apesar da gravidade dos ferimentos, não foi encontrado sangue - o que leva os investigadores a desconfiarem que o homem foi morto em outro lado e depois arrastado para a área abandonada. Centenas de curiosos se aglomeraram nas imediações do homicídio, mas ninguém conseguiu reconhecer a vítima. 

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Pesquisadores da Embrapa e UFRJ desenvolvem planta com tolerância à seca

Brasília – Um estudo desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pode ser a solução para os estragos causados pela estiagem nas lavouras. Pesquisadores descobriram no café o gene CAHB12, com tolerância à seca.
O gene pode ser introduzido em outras culturas que não a do grão e seu desempenho já se mostrou bem sucedido em uma planta de testes. O próximo passo será aplicá-lo à cana, ao arroz, ao trigo, à soja e ao algodão e observar o comportamento do CAHB12. Se tudo sair como esperado, a tecnologia pode estar no mercado em um período de cinco a seis anos.
O CAHB12 foi descoberto durante um projeto para traçar o genoma da café. Dentre cerca 30 mil genes foram encontrados alguns com tolerância ao estresse hídrico. Um grupo começou a estudá-los e detectou um que, quando submetido à seca, aumentava sua expressão e se adaptava.
“Nós retiramos do café e introduzimos em outra espécie, a Arabidopsis thaliana, uma planta modelo de testes. A planta que recebeu o gene ficou muito mais resistente à seca. As que não tinham recebido após aproximadamente 15 dias sem água, morriam. As que recebiam sobreviviam até 40 dias. Além disso, suas sementes ficaram resistentes à seca até a terceira geração”, explica o pesquisador da Embrapa Eduardo Romano, doutor em biologia molecular. Agencia Brasil

Reação de aluno ateu a bullying acaba com pai-nosso na escola


cielO caso ocorreu no início de abril, mas é ilustrativo: após se recusar a rezar antes de aula, o estudante Ciel Vieira ouviu da professora que “jovem que não tem Deus no coração nunca vai ser nada na vida”
No início deste mês, o estudante Ciel Vieira, 17, de Miraí (MG), não se conformou com a atitude da professora de geografia Lila Jane de Paula de iniciar a aula com um pai-nosso. Então, ele se manteve em silêncio, o que levou a professora a dizer: “Jovem que não tem Deus no coração nunca vai ser nada na vida”.
Era um recado para ele. Na classe, todos sabem que ele é ateu. A escola se chama Santo  Antônio e é do ensino estadual de Minas. Miraí é uma cidade pequena. Tem cerca de 14 mil habitantes e fica a 300 km de Belo Horizonte.
Quando houve outra aula, Ciel disse para a professora que ela estava desrespeitando a Constituição que determina a laicidade do Estado. Lila afirmou não existir nenhuma lei que a impeça de rezar, o que ela faz havia 25 anos e que não ia parar, mesmo se ele levasse um juiz à sala de aula.
Na aula seguinte, Ciel chegou atrasado, quando a oração estava começando, e percebeu ele tinha sido incluído no pai-nosso. Aparentemente com a aquiescência da professora, alguns estudantes substituíram a frase “livrai-nos do mal” por “livrar-nos do Ciel”.
O rapaz gravou o bullying com o seu celular e o reproduziu em um vídeo no Youtube, onde expôs a sua indignação.
E só então, por causa da repercussão do vídeo, a direção da escola e a inspetoria passaram a cuidar do caso, mas para dar um jeitinho, de modo que a professora pudesse continuar a rezar o pai-nosso sem a presença de Ciel.
Contudo, a secretaria de Estado da Educação, ao ser procurada pela Folha de S.Paulo, informou que a professora Lila tinha sido orientada a parar de rezar. Não se tem a versão da professora porque ela não quis falar com a imprensa. Lila é católica.
O estudante gravou um segundo vídeo para contar o desfecho do imbróglio e agradecer o apoio da Atea (Associação Brasileira dos Ateus e Agnósticos), de familiares e dos parentes.
Ao jornal, a  mãe de Ciel comentou: “Até chorei quando vi o vídeo [o primeiro] dele. Meu filho sempre foi um aluno ético”.
Ela é espírita.

Revista Forum