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Ricardo Eletro

Perfil falso no Facebook leva a história de amor e sequestro

Um jovem argentino se apaixonou por uma mulher por meio do Facebook, mas, quando resolveram marcar um encontro, ela o comunicou que havia sido sequestrada. Isso levou a polícia e o serviço secreto a descobrir que ela, na verdade, era uma invenção de um garoto de 13 anos.
Na terça-feira (2), fontes policiais confirmaram que tudo começou quando o adolescente, que mora na cidade de Dean Funes, na província de Córdoba, criou um perfil falso no Facebook de uma suposta empresária de 26 anos, a qual batizou de Antonella.
O caso foi divulgado pelo jornal portenho "Crónica", que, em sua edição de terça-feira, relatou que um jovem de 20 anos, que vive na cidade de Pablo Nogués, na província de Buenos Aires, conheceu Antonella por meio da rede social e acabou se apaixonando por ela.
O romance virtual durou sete meses, durante os quais os apaixonados trocaram textos e fotos e até chegaram a brigar e fazer as pazes, até que um dia Antonella avisou o namorado que iria até sua casa em Pablo Nogués para finalmente se conhecerem.
Contudo, o jovem recebeu um telefonema da suposta empresária avisando que havia sido sequestrada no caminho e que exigiram um resgate de 100 mil pesos (cerca de R$ 37.700).
O rapaz avisou imediatamente a polícia, que levou o caso à Justiça, que, por sua vez, pediu a colaboração da Polícia de Córdoba e da Secretaria de Inteligência do Estado para investigar o suposto sequestro.
Após uma investigação de dois dias, a polícia seguiu o rastro do telefone celular usado para fazer o pedido de resgate e chegou às portas do colégio de Dean Funes onde estuda o adolescente que criou o perfil de Antonella no Facebook.
Ao se ver encurralado pela polícia, o menino confessou ter sido o autor da confusão e contou que a fotografia do perfil de Antonella era na realidade da namorada de um parente.
O comissário inspetor Adrián Novillo, de Córdoba, confirmou na terça-feira (2) que o adolescente foi transferido a um centro policial e depois compareceu perante a Justiça na companhia de sua avó. "Depois o menor foi entregue à família", disse Novillo, em declarações à rádio Cadena 3, de Córdoba. 

DA EFE, EM BUENOS AIRES

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